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Empurrando posts com a barriga...

...já tenho, no mínimo, uns dois posts atrasados e esse blog deve estar uma chatice para vcs por conta disso. Mas, durante a semana minha vida é um correria e no fim de semana o marido chega de viagem e eu, sinceramente, nem lembro do computador. Todavia eu preciso me disciplinar mais para não  terminar desistindo disso aqui. Talvez amanhã, com a volta de Charles ao trabalho, eu consiga sentar por aqui e contar as boas. Mas no geral estamos bem - de fato -, passeando quase todo final de semana e agradecendo a Deus pela calmaria, que começa a chegar. Por hora, deixo para vcs umas fotos de hoje, no Horto de Dois Irmãos (Zoológico de Recife). Beijos, fiquem com Deus e até as grandes novidades...

Um dos melhores lugares de Recife, para mim { ♥ }.

Quê que é, 'meirmão'?

Papagaio
Tenho que admitir, tem certas coisas que um BIÓLOGO escuta em um zoológico que dá vontade de sair no tapa. Tijuro! Exemplo:

- Oxi, ele não FALA não...!!!

Dai você pensa em responder: "Ô 'abigobal', ô "placenta criada no lugar da criança", o NORMAL é ele não emitir sons parecidos com o dos humanos."

Mas 10 anjos seguram cada braço seu e 20 sua boca e vc segue o passeio com sangue 'noszóio'

'Love Is In The Air'
Acho que é assim que nascem os Arco-Íris. Que cores!!!

Blu, by "Rio, The Movie"

Lago dos Cágados

Vivo tão intensamente o momento,
que quase chego atrasada ao momento seguinte.

Uma das maiores vitórias que se pode conquistar
é derrotar um desafeto pela gentileza.

Sim, eu já cometi erros, afinal a vida não veio
com manual de instruções. A vida é cheia de decisões difíceis. 
Os vencedores são aqueles capazes de tomá-las. A vida é a estrada
que mais cobra pedágio, mas também me deu três 'fatores'
essenciais e, por eles, faria tudo de novo.

A vida tem a cor que você pinta.
(a minha eu gosto de dourado ouro, cintilante como o céu adormecendo)

Para quem nunca me viu "ao vivo", lá vai!


Saudades desse dia Naide Nóbrega e JuanPa Ausín Iglesias.
#Ogulho da MON QUARTIER...

Ah, e eu apareço com cara de 'ressaca' em 7'17'' e no fim do take - relevem, foi filmado umas 4hrs depois do meu Baile de Formatura. Mas o trabalho ficou lindo e digno!!!



No último mês de setembro, a revista Mon Quartier celebrou seu primeiro aniversário, consolidando-se como um case de sucesso no mercado editorial do Recife. A revista nasceu em setembro de 2009, com tiragem inicial de cinco mil exemplares, distribuição gratuita, periodicidade mensal, 36 páginas, formato pocket (17 x 24 cm) e circulação em três bairros da zona noroeste do Recife: Graças, Aflitos e Espinheiro. Aos poucos, aumentou sua tiragem para sete mil exemplares e imprimiu edições que passaram das 40 páginas. “Há um ano a Mon Quartier não passava de um projeto. É bem verdade que era um projeto lindo, organizado e planejado, mas não tínhamos como prever se o Recife abraçaria uma revista de bairros, feita de forma diferenciada. A gente sabe que é um material caro, difícil de se manter, e esse sucesso de hoje ainda era uma incógnita. Algumas cidades brasileiras, como São Paulo, possuem diversos projetos como esse. Já estava mais do que na hora do Recife ter o seu”, afirma a jornalista Naide Nóbrega, editora da revista.

Eu, Fabíola, fiz parte de alguns exemplares da revista, inclusive um sobre Gastroplastia.

Após seis meses de implantação, a Mon Quartier passou a ser distribuída em outros bairros das zonas noroeste e norte, tais como Torre, Parnamirim, Jaqueira e Casa Forte, em função de que a distribuição deixava de ser aleatória (via motoboy, em condomínios residenciais) e passava a ser feita pelos Correios, apenas nas residências que confirmassem o interesse em continuar recebendo-a. O restante do material passava a ser distribuído em pontos anunciantes e parceiros, fórmula que deu muito certo. Atualmente, cerca de mil exemplares são enviados de forma personalizada e os demais podem ser encontrados em estabelecimentos como, por exemplo, Livraria Modelo, Farmácia Roval e restaurantes Villa, Ponte Nova, La Plage, Libório e Ultra leve. “Existe um público fiel desses lugares que já sabe a semana certa que a revista chega e vai buscá-la. São pessoas que até poderiam receber em casa, sem custos, mas parece que sentem um gostinho especial de juntar a revista que gostam com seu restaurante preferido, por exemplo. Para nós, é como se selasse uma bela parceria”, afirma Naide.

A partir do interesse espontâneo de pontos de distribuição no bairro de Boa Viagem, como o Club do Vin, Salão Belas Art’s, Farmácia Roval e Livraria Modelo, a Mon Quartier passou a atingir leitores da zona sul, sendo reconhecida não apenas como uma revista das Graças, Aflitos e Espinheiro, mas uma ferramenta voltada a um perfil específico de público, espalhado por toda a cidade: formadores de opinião, de nível intelectual elevado. “Essa transição natural foi uma grata surpresa. É muito bom saber que um número cada vez maior de pessoas tem interesse na revista. Creditamos a isso o fato de que ela não trata, por exemplo, dos problemas de trânsito de uma área específica, do buraco da rua, do caos urbano. É bem verdade que a Mon Quartier tem e terá sempre uma carinha mais voltada à zona norte, mas isso com relação a dicas de lugares bacanas e serviços legais que a gente encontra e quer passar para o leitor. Ou seja, são coisas que interessam não apenas ao morador das vizinhanças. Outro fator é que tratamos basicamente assuntos gerais e o público interessado pode estar em qualquer lugar da cidade ou do mundo”, afirma a editora.

Com material gráfico requintado, alto padrão de designer e linha editorial bem definida, a Mon Quartier se estabeleceu no mercado local como um produto voltado, sobretudo, à discussão de temas relacionados à qualidade de vida. Algumas editorias possuem frequência constante, a exemplo de Saúde, Beleza, Gastronomia, Meio Ambiente, Cidadania, Turismo e Moda. Também conta com colunas fixas que tratam de assuntos relacionados ao Direito, Enologia, Música, Arquitetura, Saúde e Comportamento, assinadas por profissionais de destaque em suas áreas no mercado pernambucano. “Essa parceira com os colunistas tem sido fundamental. São pessoas de muito conteúdo, que agregam valor ao projeto. Além disso, contamos com uma designer de alto nível (Luciana Oliveira), dois fotógrafos profissionais (Henrique Santos e Juanpa Ausín) garantindo grandes imagens – e o talento da Provisual Gráfica. Essa equipe, aliada ao talento de Rosaly Almeida, no comercial, e José Gomes das Chagas, na diretoria industrial, é feito receita de avó: não tem como dar errado”, brinca Naide.

Ferramenta de comunicação moderna, ágil e leve, a Mon Quartier prima por uma linguagem direta e clara, sem perder a sofisticação e o alto nível na escolha dos temas abordados. “Acredito que o nosso sucesso deve-se ao perfil light de tratar assuntos de relevância para pessoas que, no final das contas, querem mesmo é uma vida simples e feliz. Queremos informar, entreter, mas, principalmente, acrescentar à melhoria da qualidade de vida dos leitores. Se junto a isso, por tabela, colaboramos para o desenvolvimento socioeconômico dos bairros e da cidade, a coisa fica ainda mais interessante”, conclui Naide.

Mas também gostaria de abrir aqui um 'porém' parabenizando a querida Naide Nóbrega e o espanhol Juanpa Ausín pelo casamento e, ainda mais, pelo bebêzinho(a) que está para chegar. Amo vocês!!!

Nadinhda, Eu e uma parte da minha família que mora na França,
todo mundo aparecen
do na foto, ao mesmo tempo, que foi clicada por 
JuanPa no mesmo dia da filmagem.

.: Evocação do Recife :.


Aqui, o meu lugar!


.: Evocação do Recife :.
❝Recife,
Não a Veneza americana
Não a Maurisstad dos armadores das Índias Ocidentais
Não o Recife dos Mascates
Nem mesmo o Recife que aprendi a amar depois...❞

(Manuel Bandeira)


.: Evocação do Recife :.
❝Recife das revoluções libertárias
Mas o Recife sem história nem literatura.❞

(Manuel Bandeira)


.: Evocação do Recife :.
❝Recife da minha infância
A rua da União onde eu brincava de
chicote-queimado e partia as vidraças
da casa de dona Aninha Viegas
Totônio Rodrigues era muito velho
e botava o pincenê na ponta do nariz❞

(Manuel Bandeira)


.: Evocação do Recife :.
❝Depois do jantar as famílias
tomavam a calçada com cadeiras,
mexericos, namoros, risadas
A gente brincava no meio da rua
Os meninos gritavam:
Coelho sai!
Não sai!❞

(Manuel Bandeira)


.: Evocação do Recife :.
❝À distância as vozes macias das meninas politonavam:
Roseira dá-me uma rosa
Craveiro dá-me um botão
(Dessas rosas muita rosa
Terá morrido em botão...)❞

(Manuel Bandeira)

.: Evocação do Recife :.
❝De repente nos longes da noite; um sino
Uma pessoa grande dizia:
Fogo em Santo Antônio!
Outra contrariava: São José!
Totônio Rodrigues achava sempre que era São José.❞

(Manuel Bandeira)


.: Evocação do Recife :.
❝Os homens punham o chapéu saíam fumando
E eu tinha raiva de ser menino
porque não podia ir ver o fogo...❞

(Manuel Bandeira)


.: Evocação do Recife :.
❝Rua da União...
Como eram lindos os nomes
das ruas da minha infância
Rua do Sol❞

(Manuel Bandeira)


.: Evocação do Recife :.

~ e só lembrei da Lu ao clicar essa foto ~
❝A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros
Vinha da boca do povo na língua errada do povo
Língua certa do povo
Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil
Ao passo que nós
O que fazemos
É macaquear.❞

(Manuel Bandeira)


.: Evocação do Recife :.
❝(Tenho medo que hoje se chama do Dr. Fulano de Tal)
Atrás de casa ficava a rua da Saudade...
...onde se ia fumar escondido
Do lado de lá era o cais da rua Aurora...
...onde se ia pescar escondido
Capiberibe
- Capibaribe❞

(Manuel Bandeira)


.: Evocação do Recife :.
❝A sintaxe lusíada
A vida com uma porção de coisas
que eu não entendia bem
Terras que não sabia onde ficavam
Recife...❞

(Manuel Bandeira)


.: Evocação do Recife :.
❝Rua da União...
A casa de meu avô...
Nunca pensei que ela acabasse!
Tudo lá parecia impregnado de eternidade
Recife...
Meu avô morto.
Recife morto, Recife bom,
Recife brasileiro como a casa de meu avô.❞

(Manuel Bandeira)

Se chefe fosse arquivo teria a extensão .FDP!

Ok, minha revolta foi porque Broto - maridão - teve que ir trabalhar hoje a tarde e tudo acabou mais cedo, né? Mas o carnaval esse ao foi igual a resultado de escola de samba:

Animação: 10.0
Desfiles de Agremiações: 10.0
Beijo de Boca: 10.0
Aventura: 10.0
Comissão de Frente: 7.0
(eu não tenho silicone ainda, né?)
Fantasia: 10.0

Eu já tinha mostrado um pouco do Carnaval de Pernambuco e agora vou apresentar o Carnaval dos Pereiras: a minha família, que normalmente é comemorada na Praia de Itamaracá. A tradição aqui é muito forte, com marchinhas, casa enfeitada, todo mundo junto e misturado e é uma alegria só. Alguns primos meus tocam instrumentos - eu, por exemplo, toco teclado - dai já se tem até até um som ao vivo. Fiquem então o relato por fotos, porque (mais uma vez) eu estou só o pó, tem que respeitar minha fadiga, né? Mas prometo contar em breve como foi a viagem a João Pessoa, Paraíba.


Primos tocando a valer!
Até "A La Ursa" teve. Eu adoooorava ser a "A La Ursa" quando criança!

Aline, como sempre, roubando a atenção.
Como se pode amar alguém tanto assim? Já estou com saudades da minha 'indhiá'.

Chiquita bacana lá da Martinica

Me Dá Um Dinheiro Aí!
(Ivan Ferreira-Homero Ferreira-Glauco Ferreira, 1959)

❝Ei, você aí!
Me dá um dinheiro aí!
Me dá um dinheiro aí!

Não vai dar?
Não vai dar não?
Você vai ver a grande confusão
Que eu vou fazer bebendo até cair
Me dá me dá me dá, ô!
Me dá um dinheiro aí!❞

✿ ✿ 

Ontem fomos curtir o Carnaval em Bezerros conhecida como "Terra dos Papangus". Bezerros fica a 50 minutos do Recife e esse ano teve o maior carnaval de sua história. A folia começa dez dias antes do carnaval, com o bloco "Acorda Bezerros", que ao som de orquestras de frevo, arrastar os moradores e turistas dispostos a sair às três da madrugada pelas ruas do centro, vestindo pijamas, camisolas e baby doll, da pra acreditar? É uma comédia!!! Para participar, basta vestir a roupa de dormir e cair na farra. Ah, escovar os dentes faz bem, se não quem aguenta o bafo?

"abôôu a serpentina!"
No domingo de carnaval acontece o grande concurso de papangu, que vai escolher os melhores mascarados nas categorias individual, grupo, dupla e tradicional. Para mim, Fabíola, não existe melhor festa que esta; é criança, idosos de bengalinha na mão, gatinhos, muiiitos gatinhos, mulheres lindas, fantasias maravilhosas e tudo na Santa Paz dos Policiais e da  Civilidade da população. Podem levar suas câmeras que vcs voltam com ela. Vai fazer isso por aqui, no furdunço de Recife e Olinda, que também tem um dos melhores carnavais do Brasil, entretanto tem faltado no quesito segurança.

Cerca de três mil papangus participam da disputa. Para brincar, é imprescindível que se tenha uma máscara. Mas isso é pra competição, quem não quer competir pode ir até fantasiado de você mesmo que não tem problema :) Essas máscaras que os papangus usam são fabricadas por artesãos locais, são verdadeiras obras de arte. Produzidas em diversos tamanhos e com várias finalidades: adorno para o carnaval, objetos de paredes e ainda como chaveiro. As mais sofisticadas são confeccionadas com gesso. Hoje, a tradição é passada de pai para filho. São mais de trinta oficinas de máscaras espalhadas pela cidade.

"Eu vou sim, posso sim, minha mulher tá aqui do meu ladim :)"

'Eu quero entrar na folia meu bem, você sabe lá o que é isso.
Batutas de São José isto é parece que tem feitiço!"

"Ai meu bem sem você não há carnaval, vamos cair
no passo e a vida gozar!"

Uma foto da foto!

"Felinto, Pedro Salgado, Guilherme, Fenelon cadê teus blocos famosos?
Bloco das Flores, Andaluzas, Pirilampos,
Apôs-Fum dos carnavais saudosos."

"Chi-chi-chi... Lhe-lhe-lhe! Los mineros do Chile!"

"Eita Sorvetão DOCE e disputado!"

A Tradição dos Papangus, segundo contam os moradores mais antigos de Bezerros, a brincadeira começou quando alguns homens quiseram brincar o carnaval sem serem reconhecidos (olha as peças!!!), para despistar a atenção de suas esposas. A brincadeira foi pegando e a cada ano aumenta o número de mascarados nas ruas. Durante o desfile pela cidade, os papangus bebem e comem angu de milho, uma comida típica da região. Devido ao exagero no apetite de alguns foliões, originou-se o nome da festa: Papangu. A principal regra desta importante tradição carnavalesca é manter o sigilo sobre as máscaras que serão usadas, para que ninguém venha a ser reconhecido.

Os primeiros Papangus que se tem notícia surgiram na década de 30. Eles eram chamados de Papangus Pobres porque trajavam roupas velhas, rasgadas com remendos, meias nas mãos, máscaras rústicas confeccionadas com papel jornal e goma. A história foi mudando e a partir dos anos 60, as roupas velhas foram substituídas por caftas - batas longas e estampadas. Porém a máscara continuava sendo fabricada com os produtos originais: papel jornal e goma. Outro ponto foi mantido: trocavam de roupa em lugares desconhecidos e continuavam a "visita" aos amigos. A consolidação da tradição veio em 1990 quando Bezerros surgiu no cenário nacional e ficou conhecida como a Terra do Papangu.

"A pipa do vovô não sobe mais! A pipa do vovô não sobe mais!
Apesar de fazer muita força, o vovô foi passado pra trás."
Porta-estandarte
Maracutu Pernambucar-te!
Olha a felicidade da menina, que ia na 'cacunda' do Pai.

Ao lado da Mulher Gigante
O símbolo do Carnaval de Bezerros: Papangu!

✿ ✿ 

❝Você diz que ela e bela
Ela e bela sim senhor
Porem poderia ser mais bela
Se ela tivesse meu amor, meu amor
Bela e toda a natureza
Oh Bela...

E de amargar

Eu bem sabia
Que este amor um dia
Tambem tinha seu fim
Esta vida e mesmo assim
Nao pense que estou triste
Nem que vou chorar
Eu vou cair no frevo
Que e de amargar...❞


Fotos em tamanho original e outras (e vídeos) que não publiquei aqui, vocês podem ver no flickr. Caso você não tenha minha galeria adicionada aos seus contatos, deixe um recado na foto de entrada que eu te adiciono. A partir do momento que você fizer parte da minha lista, as fotos estarão liberadas para visualização.

E não acabou não, hoje tem Recife Antigo e 
amanhã vamos para Paraíba.
Bom Carnaval a todos :)

O blog é o mesmo, a autora é a mesma, mas já a pele da autora...
Ah, eu tô preta-preta-pretinha (bem, em algumas partes, mais vermelha que pretinha).

Ah, mas me sinto, enfim, renovada! Sinto que o ano começou e que eu deixou um monte de coisa pra trás, que posso seguir. Sinto que estou mais forte a cada passo. E isso tudo é muito bom. Tudo tem seu tempo, e o tempo de ser feliz o tempo todo voltou, graças a Deus.

Na Quarta-feira acordamos bem cedinho arrumamos tudo correndo e lá pelas 8hrs da manhã Edivaldo e Renata (nossos grandes amigos e padrinhos de casamento) chegaram e pegamos a estrada rumo a Enseada dos Golfinhos, que é uma pequena enseada localizada entre as praias do Fortinho e o Pontal da Ilha. A praia tem 1,5 km de extensão e é própria para banho de mar, encontrando-se em bom estado de conservação. A Enseada dos Golfinhos é considerada uma das praias mais belas da Ilha de Itamaracá, PE. E quem foi que pediu fotos?! Foram as lindas da Jéssica & Laurinha, a Robertinha e a Maírinha. Eu li o comentário de vcs pelo celular e toda vez que eu ia tirar uma foto lembrava do pedido :)

No 1° dia de praia nós já chegamos a Enseada por volta das 10hrs da manhã, porque no caminho ainda paramos para comprar carne pro churrasco e tudo mais. Só sei que enquanto eu e Renata dávamos uma geral na casa - que foi bem rápido - Charles e o marido de Renata, o Edivaldo, faziam o almoço. Edivaldo fez  o fogo na churrasqueira e assou as carnes e Broto cozinhou os complementos.

Depois desse portão existe um paraíso.

A casa é bem na beira-mar, basta dar uns dez passinhos naquela trilha verde.

Foram 4 dias e  4 amigos em uma delícia de casa de praia.

Eu e Renata esperando os meninos (esposos) terminarem o almoço.

Renata, amiga para todas as horas. Ela é amiga de infância de Charles e que eu tive o prazer de 'herdar' ela pra mim também.

A tarde, depois do almoço, nós fomos até a praia. O mar estava cheio, mas a praia deserta, praticamente só nós quatro mesmo. Edivaldo e Charles jogaram frescobol enquanto eu e Renata curtimos o mar. Levamos uns três caldos de tão fortes que estavam as ondas, entretanto a água morna compensava tudo.






No fim da tarde voltamos pra casa, tomamos banho, jantamos e ficamos conversando até a hora de ir deitar. Depois de um dia tão corrido, a hora de ir deitar não foi muito tarde não, viu?!

Todo mundo acordou por volta das 07hrs no 2° dia na praia, menos eu, que estava com um sono louco e preferi não tomar café da manhã para dormir mais 30 minutos. O cúmulo da preguiça! Haha! Mas quando levantei tomei meu banho rapidinho e fiquei até pronta antes de todo mundo :) Nesse dia nós fomos caminhando da Praia do Sossego, até o Pontal da Ilha, que fica no ponto extremo da Ilha de Itamaracá mesmo, do outro lado do mar tem a Praia de Carne de Vaca e Ponta de Pedras.

Inicio de montinho em cima de Charles :)

De um lado Pontal de Itamaracá do outro Praia de Ponta de Pedras.


Eu & Renatinha


"Escrevi seu nome na areia,
o sangue que corre em mim sai da tua veia..."


Papo vai, papo vem!


E lá vamos nós caminhando de volta pra casa, para almoçarmos.


Simplesmente um PARAÍSO, não é mesmo?!
O almoço nesse dia foi feito por mim. Eu fiz o velho e bom Macarrão na Panela de Pressão, que fez tanto sucesso que eu tive que repetir a receita no jantar do dia seguinte. A tarde deu aqueeele cansaço de praia e eu e Renata tiramos um belo de um cochilo. E quem pensa que os marido dormiram se enganam, eles foram até o mercado mais próximo e compraram algumas coisas para repor a geladeira, especialmente Coca-cola, nem sei contar quantos líquidos da preciosa nós bebemos nesses dias, meus dois quilos que engordei que o digam.

O 3° dia chegou rápido e eu senti um pouco de pesar por pensar que na tarde seguinte já estaríamos de volta pra casa, mas deixei esse sentimento de lado logo, afinal ali estava bom, mas voltar pra casa também seria ótimo, tem tantas coisas para fazer nessa semana que começa. Mas enfim, na manhã do terceiro voltamos mais uma vez ao Pontal e a tarde todos nós fomos ao mercadinho da região, a noite eu fiz o jantar, como comentei acima.




Renatinha e eu almoçando. Nesse dia os maridos pilotaram o fogão no almoço. A noite eu fiz o jantar e Renata lavou as louças. O trabalho coletivo deu tão certo que todas as refeições foram deliciosas e ninguém ficou cansado.
Olha como eu já estava bronzeada! Super cor de canela, que eu amo, e estou fazendo o máximo para manter, em cada banho que tomo eu me lambuzo toda de hidratante para pele extremamente seca, que não é o meu caso, mas ajuda a não 'despelar' e a cor dura mais tempo.

Por fim veio o 4° dia. Na noite anterior fomos dormir tarde, bem tarde mesmo, conversando no jardim da casa, rindo e jogando mais papo fora, mas mesmo assim acordamos cedo e dessa vez tomamos o rumo oposto de todos os dias, seguimos para a Praia do Sossego, passando por ela e ficando num ponto ótimo da ilha, aonde, quando a maré baixa, piscinas naturais se formam com água cristalina e morna. Uma delícia!!!

Charles foi o fotógrafo oficial desse dia, quando eu descarreguei a câmera nem acreditei quantas fotos minhas tinha nela. Marido apaixonado é outra coisa :)




Entre as piscinas ficam bancos de areia, aonde a gente arma guarda-sol e pode-se ficar relaxando um bom tempo. Em algumas piscinas existe um canal que as ligam entre si e eu nadei um bocado nesse dia.




As minas!

Os manos!
Não é sempre que se forma esse paraíso, que sem dúvida é o melhor atrativo da Enseada, todavia acontece apenas quando a maré está baixa. Mas vale muito a pena a caminhada para chegar até lá e esperar a virada da maré.


Eu & Broto por Renata.

Charles fotografando a sua sereia (1).

Charles fotografando a sua sereia (2).

Charles fotografando a sua sereia (3).

Simplesmente ameeeei essa foto, foi Edivaldo que clicou!
E por fim algumas fotos feitas por mim da natureza e do nosso almoço - que foi churrasco, mais uma vez - e quando percebemos já era hora de arrumar as malas e voltar pra casa. Todas as fotos que publiquei foram da minha câmera, mas algumas clicadas por Charles, outras por Edivaldo & Renata e em outras a gente ligou timer e gritou Xs. E olha que ainda fala receber as fotos da câmera de Edi & Rê. Foi foto pra dedéu!!!

Um ermitão na palma da minha mão e a Ilha de fundo.

Dois ermitões.

Close de um dos ermitões.


Close das batatinhas fritas!

E close no churrasco.
Foi ou não uma viagem perfeita?! Acho que nunca fiz um post tão longo, mas espero que não tenha ficado chato de vcs acompanharem. Logo passo no blog de vcs, combinado? Um beijo enorme, Bí.

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